Servidores da UFPB e UFCG querem convencer IFPB a aderir à greve; professores não participam - Rádio Arara FM 87,9

Servidores da UFPB e UFCG querem convencer IFPB a aderir à greve; professores não participam

greveO diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintesp), Severino Ramos, que esteve presente nas mobilizações da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) em Brasília, garantiu que há um indicativo de greve para o dia 17 de março. Como o Sindicato na Paraíba tem o histórico de seguir as deliberações nacionais e quer convencer também os Institutos Federais a aderir ao movimento.
Em entrevista nesta terça (11), Ramos destacou que os trabalhadores só procedem depois que a Fasubra decide, ainda vão ter conversas com o Sindicato, depois Assembleia com as secretarias sindicais que deve apreciar a matéria na próxima sexta (14). Após essas reuniões, de 7 a 21 deste mês estão acontecendo assembléias. “O que podemos afirmar com toda certeza é que historicamente nossa categoria nunca deixou de cumprir a deliberação da Fasubra”, destaca.
Já a Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (AdufPB), descartou adesão à greve e deve continuar com as aulas. Enquanto isso, os servidores trabalham pelo convencimento dos trabalhadores da base dos Institutos Federais. “A pauta é comum e os interesses também”, destaca Ramos.
Reivindicações – Os servidores pedem a revisão do piso salarial, a recuperação do piso histórico, o valor do estepe (que projeta o servidor no crescimento salarial no Plano de Cargos Carreira e Remuneração –PCCR) até 5%. hoje está em 3,7%. Outro ponto é a isonomia dos salários e benefícios, além de garantir os mesmos benefícios aos aposentados.
O que para – Com a greve, os técnicos administrativos da biblioteca, restaurante e atividades não essenciais para, os serviços essenciais ficam com 30% do funcionamento garantido. São 8 mil trabalhadores em todos os campi das Universidades, desses, pelo menos 6,2 mil devem paralisar as atividades.
Negociações – O presidente destacou que o governo atual costuma abrir negociação entre 20 e 30 dias e após a deflagração da greve, deve ser aberta a negociação em até 72 horas. Contudo, ele reclamou que na última greve, em 2012, a categoria só foi recebida pelo governo 40 dias depois. “Queremos que a greve seja a mais rápida possível. O tempo de greve é a do atendimento do governo à nossa pauta”, diz.
Com informações da CBN João Pessoa.
Marília Domingues
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