No grito e com croata inspirado, Fla bate Atlético-MG e vence a terceira seguida - Rádio Arara FM 87,9

No grito e com croata inspirado, Fla bate Atlético-MG e vence a terceira seguida

leoNo grito da arquibancada e com croata, o Flamengo sobe a ladeira do Brasileiro. Com participação decisiva de Eduardo da Silva, autor de um gol e quem sofreu um pênalti, e com mais de 40 mil rubro-negros na arquibancada, o time venceu a terceira seguida na competição, 2 a 1 sobre o Atlético-MG, de virada. O resultado levou o Flamengo à 13ª posição na tabela, com 19 pontos, enquanto o Galo caiu para oitavo, com 23 pontos.
Vanderlei Luxemburgo tinha dois desfalques: Alecsandro, suspenso, e Paulinho, lesionado. Sem seus dois atacantes, o técnico supreendeu e recheou o meio de campo com cinco jogadores. A novidade foi Luiz Antonio entre os titulares. Já Levir Culpi estava sem Pierre, Leandro Donizete e Marcos Rocha.
Na próxima rodada, o Flamengo vai até Criciúma, no domingo, enfrentar o time da casa. Já o Atético-MG, no sábado, recebe o Internacional no Independência.
O jogo
A surpresa de Luxemburgo, encorpando o meio de campo com mais jogadores, provou-se pouco eficaz. Se o Flamengo povoava a área, dava mais espaços atrás para as rápidas saídas de Maicosuel e Diego Tardelli pelo ataque do Atlético-MG. Ambos buscavam as pontas para tentar lançar Jô, centralizado no ataque.
Em dois erros, o Atlético-MG ensaiou um ataque, mas não conseguiu. A desatenção rubro-negra, no entanto, custaria caro aos nove minutos. Em cobrança de lateral ainda no campo de defesa, João Paulo não marcou ninguém e a bola sobrou para Maicosuel. Rápido, ele avançou pela direita, fintou Cáceres e Wallace e bateu cruzado diante de um Paulo Victor que nada pôde fazer. Atlético na frente. 1 a 0.
O gol precoce desconcertou o Flamengo. Sem armação, o time se embolava no meio de campo, fosse com erro de passe ou desarmes adversários. E, na defesa, tinha um temor: João Paulo era uma avenida para Alex Silva avançar. Everton tentou ajudar e, com isso, deixou o ataque mais longe. Aos 21 minutos, o Flamengo chegou mais no grito da torcida e Luiz Antonio, de longe, fez seu último ato no jogo: um chute de longe que resultou em dificuldades para Victor.
Dois minutos depois, Luxemburgo desistiu do esquema. Com Arthur isolado no ataque, ele colocou Nixon na vaga de Luiz Antonio para prender mais a bola na frente. O Flamengo até chegou mais na frente e, aos 36 minutos, João Paulo lançou Everton na área pelo lado esquerdo. O camisa 22 avançou e chutou cruzado, mas Victor fez boa defesa e, no rebote, a zaga conseguiu afastar. E o primeiro tempo chegara ao fim.
Na volta para a etapa final, o Flamengo continuava a sua caça Às investidas de Maicosuel pelo lado direito do ataque. Jô, inoperante, recebeu bola em boas condições aos cinco minutos, mas a dominou de forma bisonha. O jogo se caracterizava mais pelos erros, o que tornava o jogo truncado. Mas da arquibancada veio o maior reforço rubro-negro.
Em um Maracanã cheio, a voz que emana da arquibancada acordou. E o Flamengo, mais no embalo do que na tática, foi junto. Aos 14 minutos, Marcelo chutou forte de fora da área, na pressão, mas Victor defendeu. Luxemburgo, então, viu que era hora de mudar. De uma vez só, sacou Márcio Araújo e Arthur para as entradas de Lucas Mugni e Eduardo da Silva. Deu certo de forma quase instantânea.
Como o Atlético-MG já estava mais recuado diante do grito da torcida, Pedro Botelho pareceu confuso. Sem raciocinar ele deu carrinho impiedoso em Eduardo da Silva na ponta direita da área, aos 18 minutos. Pênalti bem assinaldo que Léo Moura cobrou mal, no canto esquerdo, mas deu sorte. Victor tocou na bola, mas ela passou por baixo de seu corpo e fez explodir o Maracanã. 1 a 1.
O gol de empate fez a partida ficar mais aberta. Ambos os times se lançaram ao ataque com o som da torcida, vibrante, ao fundo. Mugni, de longe, arriscou, mas Victor defendeu. Aos 25 minutos, a força rubro-negra da arquibancada se traduziu, de novo, em campo. João Paulo recebeu bola na esquerda e cruzou para a área. Eduardo da Silva, com bela impulsão, conseguiu o cabeceio no lado esquerdo de Victor, que, de novo, tocou na bola, mas a viu morrer no fundo da rede. Virada rubro-negra. 2 a 1.
O Atlético-MG, entregue, perdia até divididas depois da virada que sofrera. Apenas André, de cabeça, obrigou Paulo Victor a fazer boa defesa. Mas não tinha jeito. O Flamengo virou, com sua torcida e seu croata, e segue subindo no Brasileiro.
Fonte: ESPN Brasil
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